COMUNICAÇÃO COMO DISPOSITIVO DE INTERAÇÃO ENTRE ENFERMEIROS: ENCONTROS SOCIOCLÍNICA INSTITUCIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
DOI:
https://doi.org/10.21713/rbpg.v16i35.1677Keywords:
Institutional Analysis; Nursing care; Family Health Strategy; Health Management.Abstract
O objetivo desse estudo é analisar e discutir a comunicação como dispositivo de interação entre enfermeiros nos encontros Socioclínica Institucional na Estratégia Saúde da Família (ESF) de um município localizado na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. Os encontros ocorreram no segundo semestre do ano de 2019 o universo do estudo foi composto por 13 enfermeiros, sendo 11 atuantes na ESF, 01 enfermeira pesquisadora e 01 enfermeira analista externo. Emergiram dois eixos temáticos: 1) Interface da comunicação entre o gerenciamento e o cuidado; 2) A comunicação quanto autonomia do enfermeiro frente ao gerenciamento de cuidados. Os dados retratam a reflexão sobre a contribuição da comunicação no processo do gerenciamento de cuidado dos enfermeiros.References
Referências
CAÇADOR, Beatriz Santana; BRITO, Maria José Menezes; MOREIRA, Danielle de Araújo; REZENDE, Lilian Cristina; VILELA, Gláucia de Sousa. Ser enfermeiro na Estratégia de Saúde da Família: desafios e possibilidades. Revista Mineira de Enfermagem, Belo Horizonte, v. 19, n. 3, p. 612-619, 2015.
https://www.reme.org.br/artigo/detalhes/1027
BORGES, Flávio Adriano; RÉZIO, Larissa de Almeida; L’ABBATE, Solange; FORTUNA, Cirina Magaeli. A entrada no campo e a fabricação de dispositivos em pesquisas Socioclínicas. Psicologia em Estudo, v. 23, p. 1-15, e40373, 2018.
http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/PsicolEstud/article/view/40373
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
http://www.brasilsus.com.br/index.php/legislacoes/gabinete-do-ministro/16247-portaria-n-2-436-de-21-de-setembro-de-2017
FERREIRA, Adicéa de Souza; ABRAHÃO, Ana Lúcia. Gerência do cuidado em enfermagem na Estratégia Saúde da Família: revisão sistemática. Research, Society and Development, v. 9, n. 5, e68953087, 2020.
https://www.researchgate.net/publication/340420924_Gerencia_do_cuidado_em_Enfermagem_na_Estrategia_Saude_da_Familia_revisao_sistematica/fulltext/5e87defea6fdcca789f112e2/Gerencia-do-cuidado-em-Enfermagem-na-Estrategia-Saude-da-Familia-revisao-sistematica.pdf
FORTUNA, Cirina Magali; MONCEAU, Gilles; VALENTIM, Silva; MENNANI, Khadija Lalah El. Uma pesquisa Socioclínica na França: notas sobre a Análise Institucional. Fractal: Revista de Psicologia, v. 26, n. 2, p. 255-266, 2014.
https://www.researchgate.net/publication/273938004_Uma_pesquisa_socioclinica_na_Franca_notas_sobre_a_analise_institucional
FORTUNA, Cirina Magali; SILVA, Simone Santana da; MESQUITA, Luana Pinho de; MATUMOTO, Silvia; OLIVEIRA, Poliana Silva; SANTANA, Fabiana Ribeiro. A Socioclínica Institucional como referencial teórico e metodológico para a pesquisa em enfermagem e saúde. Texto & Contexto Enfermagem, v. 26, n. 4, e2950017, 2017.
http://www.scielo.br/pdf/tce/v26n4/0104-0707-tce-26-04-e2950017.pdf
JESUS, A. F., PEZZATO, L. M., & ABRAHÃO, A. L. (2013). O uso do diário como ferramenta estratégica da análise institucional para abordar o cotidiano do profissional de saúde. O caso do Dom Queixote. In L’Abbate, S., Mourão, L. C., & Pezzato, L. M. (Orgs.), Análise Institucional & Saúde Coletiva (pp. 206-239). São Paulo: Hucitec.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010373312011000400008&script=sci_abstract&tlng=pt
LOWEN, Ingrid Margareth Voth; PERES, Ainda Maris; CROZETA, Karla; BERNARDINO, Elizabeth; BECK, Carmem Lúcia Colomé. Competências gerenciais dos enfermeiros na ampliação da Estratégia Saúde da Família. Revista da Escola de Enfermagem da USP, São Paulo, v. 49, n. 6, p. 967-973, 2015.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0080-62342015000600964&script=sci_arttext&tlng=pt
MONCEAU, Gilles. A socioclínica institucional para pesquisas em educação e em saúde. In: L’ABBATE, Solange; MOURÃO, Lucia Cardoso; PEZZATO, Luciane Maria (Orgs). Análise Institucional & Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, 2013. p. 91-103.
https://www.researchgate.net/publication/305808891_A_socioclinica_institutional_para_pesquisa_em_educacao_e_em_saude
MONCEAU, Gilles. L’analyse institutionnelle des pratiques: une socioclinique des tourments institutionnels au Brésil et en France. Paris: L’Harmattan, 2012.
MONCEAU, Gilles. Técnicas Socioclínicas para a análise institucional das práticas sociais. Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 21, n. 1, p. 197-217, 2015.
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/per/v21n1/v21n1a13.pdf
MONCEAU, Gilles. Transformar as práticas para conhecê-las: pesquisa ação e profissionalização docente. Educação e Pesquisa, v. 31, n. 3, p. 467-482, 2005.
http://www.scielo.br/pdf/ep/v31n3/a10v31n3.pdf
SOARES, Cândida Elizabete dos Santos; BIAGOLINI, Rosângela Elaine Minéo; BERTOLOZZI, Maria Rita. Atribuições do enfermeiro na unidade básica de saúde: percepções e expectativas dos auxiliares de enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP, São Paulo, v. 47, n. 4, p. 915-921, 2013.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S008062342013000400915&script=sci_abstract&tlng=pt
CAÇADOR, Beatriz Santana; BRITO, Maria José Menezes; MOREIRA, Danielle de Araújo; REZENDE, Lilian Cristina; VILELA, Gláucia de Sousa. Ser enfermeiro na Estratégia de Saúde da Família: desafios e possibilidades. Revista Mineira de Enfermagem, Belo Horizonte, v. 19, n. 3, p. 612-619, 2015.
https://www.reme.org.br/artigo/detalhes/1027
BORGES, Flávio Adriano; RÉZIO, Larissa de Almeida; L’ABBATE, Solange; FORTUNA, Cirina Magaeli. A entrada no campo e a fabricação de dispositivos em pesquisas Socioclínicas. Psicologia em Estudo, v. 23, p. 1-15, e40373, 2018.
http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/PsicolEstud/article/view/40373
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
http://www.brasilsus.com.br/index.php/legislacoes/gabinete-do-ministro/16247-portaria-n-2-436-de-21-de-setembro-de-2017
FERREIRA, Adicéa de Souza; ABRAHÃO, Ana Lúcia. Gerência do cuidado em enfermagem na Estratégia Saúde da Família: revisão sistemática. Research, Society and Development, v. 9, n. 5, e68953087, 2020.
https://www.researchgate.net/publication/340420924_Gerencia_do_cuidado_em_Enfermagem_na_Estrategia_Saude_da_Familia_revisao_sistematica/fulltext/5e87defea6fdcca789f112e2/Gerencia-do-cuidado-em-Enfermagem-na-Estrategia-Saude-da-Familia-revisao-sistematica.pdf
FORTUNA, Cirina Magali; MONCEAU, Gilles; VALENTIM, Silva; MENNANI, Khadija Lalah El. Uma pesquisa Socioclínica na França: notas sobre a Análise Institucional. Fractal: Revista de Psicologia, v. 26, n. 2, p. 255-266, 2014.
https://www.researchgate.net/publication/273938004_Uma_pesquisa_socioclinica_na_Franca_notas_sobre_a_analise_institucional
FORTUNA, Cirina Magali; SILVA, Simone Santana da; MESQUITA, Luana Pinho de; MATUMOTO, Silvia; OLIVEIRA, Poliana Silva; SANTANA, Fabiana Ribeiro. A Socioclínica Institucional como referencial teórico e metodológico para a pesquisa em enfermagem e saúde. Texto & Contexto Enfermagem, v. 26, n. 4, e2950017, 2017.
http://www.scielo.br/pdf/tce/v26n4/0104-0707-tce-26-04-e2950017.pdf
JESUS, A. F., PEZZATO, L. M., & ABRAHÃO, A. L. (2013). O uso do diário como ferramenta estratégica da análise institucional para abordar o cotidiano do profissional de saúde. O caso do Dom Queixote. In L’Abbate, S., Mourão, L. C., & Pezzato, L. M. (Orgs.), Análise Institucional & Saúde Coletiva (pp. 206-239). São Paulo: Hucitec.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010373312011000400008&script=sci_abstract&tlng=pt
LOWEN, Ingrid Margareth Voth; PERES, Ainda Maris; CROZETA, Karla; BERNARDINO, Elizabeth; BECK, Carmem Lúcia Colomé. Competências gerenciais dos enfermeiros na ampliação da Estratégia Saúde da Família. Revista da Escola de Enfermagem da USP, São Paulo, v. 49, n. 6, p. 967-973, 2015.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0080-62342015000600964&script=sci_arttext&tlng=pt
MONCEAU, Gilles. A socioclínica institucional para pesquisas em educação e em saúde. In: L’ABBATE, Solange; MOURÃO, Lucia Cardoso; PEZZATO, Luciane Maria (Orgs). Análise Institucional & Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, 2013. p. 91-103.
https://www.researchgate.net/publication/305808891_A_socioclinica_institutional_para_pesquisa_em_educacao_e_em_saude
MONCEAU, Gilles. L’analyse institutionnelle des pratiques: une socioclinique des tourments institutionnels au Brésil et en France. Paris: L’Harmattan, 2012.
MONCEAU, Gilles. Técnicas Socioclínicas para a análise institucional das práticas sociais. Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 21, n. 1, p. 197-217, 2015.
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/per/v21n1/v21n1a13.pdf
MONCEAU, Gilles. Transformar as práticas para conhecê-las: pesquisa ação e profissionalização docente. Educação e Pesquisa, v. 31, n. 3, p. 467-482, 2005.
http://www.scielo.br/pdf/ep/v31n3/a10v31n3.pdf
SOARES, Cândida Elizabete dos Santos; BIAGOLINI, Rosângela Elaine Minéo; BERTOLOZZI, Maria Rita. Atribuições do enfermeiro na unidade básica de saúde: percepções e expectativas dos auxiliares de enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP, São Paulo, v. 47, n. 4, p. 915-921, 2013.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S008062342013000400915&script=sci_abstract&tlng=pt
Downloads
Published
2020-06-24
How to Cite
DE SOUZA FERREIRA, A.; LÚCIA ABRAHÃO , A. . COMUNICAÇÃO COMO DISPOSITIVO DE INTERAÇÃO ENTRE ENFERMEIROS: ENCONTROS SOCIOCLÍNICA INSTITUCIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA. Brazilian Journal of Graduate Studies, Brasília, DF, v. 16, n. 35, p. 1–12, 2020. DOI: 10.21713/rbpg.v16i35.1677. Disponível em: https://rbpg.capes.gov.br/rbpg/article/view/1677. Acesso em: 21 aug. 2026.
Issue
Section
Artigos
License
Authors who publish in this magazine agree to the following terms:
- They hold the copyright on the work and grant the magazine the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License that allows sharing the work with recognition of authorship and initial publication in this magazine.
- They are authorized to assume additional contracts separately, for non-exclusive distribution of the version of the work published in this magazine, with recognition of authorship and initial publication in this magazine.
- They are allowed and are encouraged to publish and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or their personal website), provided that the initial publication in this magazine is mentioned, as this can generate changes.
Furthermore, authors represent that:
- All the information contained in the manuscript are facts, true, or based on empirical or scientific research.
- The use of any trademark or copyright in the manuscript has been credited to its owner or permission to use the name was duly granted.