Panorama das assimetrias de gênero na docência na Universidade Federal do Espírito Santo

análise com foco nos centros de Alegre

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21713/rbpg.v42.2481

Palavras-chave:

docência, equidade de gênero, Ensino Superior

Resumo

O artigo investiga as assimetrias de gênero na docência da Universidade Federal do Espírito Santo, com foco nos Centros de Ensino em Alegre. Apesar do aumento da participação feminina no ensino superior, persistem desigualdades na ocupação de espaços acadêmicos, refletindo padrões históricos e culturais. A pesquisa analisou dados da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da Universidade Federal do Espírito Santo) para mapear a distribuição de gênero entre os docentes. Os resultados mostram que, embora o número de professoras tenha crescido, a segregação por área do conhecimento permanece: mulheres predominam em Ciências Humanas e da Saúde, enquanto homens são maioria nas Ciências Exatas e Tecnológicas. Mesmo em Centros com distribuição aparentemente equilibrada, há disparidades entre departamentos. O estudo conclui que a equidade de gênero na docência universitária ainda não foi alcançada e propõe ações institucionais, como incentivo à participação feminina em áreas subrepresentadas, mentorias e combate a estereótipos, visando um ambiente acadêmico mais inclusivo.

Biografia do Autor

Lorrane Vimercati Rodrigues, Universidade Federal do Espírito Santo

Mestranda em Ensino pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), campus de Alegre, Alegre, Espírito Santo, Brasil.

Maria Aparecida de Carvalho, Universidade Federal do Espírito Santo

Doutora em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Estadual de Campinas (PECIM/UNICAMP). Professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), campus de Alegre, Alegre, Espírito Santo, Brasil.

Referências

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Publicado

2026-09-25

Como Citar

RODRIGUES, L. V.; CARVALHO, M. A. de. Panorama das assimetrias de gênero na docência na Universidade Federal do Espírito Santo: análise com foco nos centros de Alegre . Revista Brasileira de Pós-Graduação, Brasília, DF, v. 42, p. 1–31, 2026. DOI: 10.21713/rbpg.v42.2481. Disponível em: https://rbpg.capes.gov.br/rbpg/article/view/2481. Acesso em: 25 set. 2026.