Manejo de florestas secundárias da Mata Atlântica para produção de madeira: possível e desejável

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Resumo

Os remanescentes da Mata Atlântica são constituídos majoritariamente por florestas secundárias com grande potencial para produção de serviços ecossistêmicos de provisão, de regulação, de suporte e culturais. Entretanto, ao contrário da tendência em outros países, a produção de serviços de provisão nesses ecossistemas não é estimulada, particularmente a produção de madeiras. Neste artigo, discutimos essa questão, argumentando que as florestas secundárias da Mata Atlântica apresentam alta produtividade de madeiras de boa qualidade, as quais podem gerar importante fonte de renda para remunerar a terra, estimular o apreço pela floresta e reverter processos de conversão para outros usos da terra. Fundamentamos nossa argumentação em resultados de projeto de pesquisa em manejo de floresta secundária para produção sustentável de madeira conduzido em Santa Catarina, que tem gerado dados inéditos da ecologia e produtividade dessas florestas. 

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Autores
  • Alfredo Celso Fantini Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Fitotecnia
  • Alexandre Siminski Universidade Federal de Santa Catarina Campus de Curitibanos
Biografia
Alfredo Celso Fantini, Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Fitotecnia
Ph.D. Forestry, University of Wisconsin - Madison (1999).Professor da Universidade Federal de Santa Catarina.Orientador no PPG Agroecossistemas - UFSCInteresse de pesquisa: florestas secundárias, roça de toco.
Referências

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Como Citar

FANTINI, A. C.; SIMINSKI, A. Manejo de florestas secundárias da Mata Atlântica para produção de madeira: possível e desejável. Revista Brasileira de Pós-Graduação, v. 13, n. 32, 10 mar. 2017.

Seção

Debates

Publicado:

Mar 10, 2017
Palavras-chave:

Sucessão. Espécies Nativas. Manejo Florestal. Roça de Toco.

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