O ensino da Bioética na pós-graduação stricto sensu, na área de Ciências da Saúde, no Brasil

Autores

  • Antonio Macena de Figueiredo

DOI:

https://doi.org/10.21713/2358-2332.2011.v8.213

Palavras-chave:

Ensino. Bioética. Pós-Graduação. Saúde. Brasil.

Resumo

O texto sintetiza parte dos resultados de uma pesquisa realizada no doutorado, na Universidade de Brasília, atinente ao ensino da Bioética na pós-graduação stricto sensu. As informações foram colhidas no banco de dados da Capes. Para tanto, foram avaliados 199 programas de pósgraduação da área interdisciplinar e 691 cursos de mestrado e doutorado da área da Saúde. Constatou-se, então, que dois (1%) programas de pós-graduação estão voltados à formação de bioeticistas, 163 (23,6%) cursos oferecem disciplinas de Bioética, outros 32 (4,6%) possuem módulos de Bioética e, em 36 (5,2%) deles, o ensino é conduzido pela tradição deontológica. Também verificou-se que as instituições federais concentram o maior número de cursos com disciplinas de Bioética, sendo que a maior carga horária é de, em média, 25 horas, e o ensino tem como referência hegemônica a Teoria Principialista da Bioética. Os dados evidenciam que a pós-graduação em Bioética ainda se encontra em fase de construção no Brasil, pois, em 460 (66,6%) cursos, inexistem disciplinas relacionadas com a Ética ou Bioética.

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Publicado

2011-03-31

Como Citar

FIGUEIREDO, A. M. de. O ensino da Bioética na pós-graduação stricto sensu, na área de Ciências da Saúde, no Brasil. Revista Brasileira de Pós-Graduação, Brasília, DF, v. 8, n. 15, 2011. DOI: 10.21713/2358-2332.2011.v8.213. Disponível em: https://rbpg.capes.gov.br/rbpg/article/view/213. Acesso em: 19 ago. 2026.

Edição

Seção

Estudos