Determinantes das atividades de pesquisa e pós-graduação nas universidades federais brasileiras.
DOI:
https://doi.org/10.21713/2358-2332.2015.v12.830Palavras-chave:
Pós-Graduação. Avaliação. Programa.Resumo
A partir de dados obtidos na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) e nos relatórios de gestão de 57 universidades federais brasileiras, foram analisados os principais determinantes do número de programas de pós-graduação e da nota média desses programas. Observou-se que a região, a população da cidade, o ano de fundação, o número de alunos da graduação e o incentivo à qualificação dos técnicos não têm influência significativa. O número de programas depende do bom andamento da carreira dos professores, avaliada pela sua qualificação e idade. O número de técnicos também colabora positivamente. Quanto à nota média, observou-se que as universidades melhores são aquelas com um número maior de programas, o que demonstra resultados positivos da competição interdepartamental dentro da instituição.
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