Desigualdade de gênero na ciência
uma realidade nas engenharias
DOI:
https://doi.org/10.21713/rbpg.v18iespecial.1917Palabras clave:
Desigualdade de gênero, Docentes, Engenharia, Pesquisa, Universidades Federais de Ensino SuperiorResumen
El objetivo de este artículo es analizar las desigualdades de género en el campo de la investigación en el área de Ingeniería. La investigación se caracteriza por ser exploratoria y cualitativa-cuantitativa, con recolección de datos primarios y secundarios. La recolección de datos primarios se realizó mediante la consulta de los portales electrónicos oficiales de las Universidades Federales de Educación Superior, con el propósito de trazar el panorama actual del número de profesores, por género, de los cursos de Posgrado Stricto-sensu de la ingeniería de estas instituciones en Brasil. El resultado de la investigación confirmó las estadísticas generales o datos secundarios, en cuanto a las desigualdades de género en este campo. Los resultados indican que, en el campo académico de la ingeniería, predominan los profesores varones. En el período analizado, las profesoras de sexto representaron sólo 1/5 de los científicos, mientras que las coordinadoras de curso son sólo el 18% del total. Así, el hecho de que las mujeres ocupen un espacio menos destacado en el ámbito académico es muy relevante porque refleja desigualdades de género, lo que significa, sobre todo, que un pequeño número de mujeres logró disfrutar de una oportunidad sociocultural y profesional en la academia.
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