Produções da Escola Paulista de Enfermagem e a relação com políticas públicas de saúde entre 1987 e 2023
DOI:
https://doi.org/10.21713/rbpg.v20i41.2435Palavras-chave:
Política de saúde, História da Enfermagem, Escolas de Enfermagem, Educação de Pós-Graduação em EnfermagemResumo
Este artigo busca analisar a congruência das teses e dissertações defendidas no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem com as políticas de saúde brasileiras. Trata-se de análise documental, segundo André Cellard. Recorte temporal entre 1987 e 2023 para análise de estudos disponíveis na Plataforma CAPES. Os dados coletados foram organizados em períodos e agrupados em categorias, segundo as linhas de pesquisas do programa e correlacionado às políticas de saúde. Foram encontradas 344 teses e 705 dissertações. A linha de pesquisa “Cuidado Clínico de Enfermagem e Saúde” concentrou o maior número de produções, seguidas das linhas “Cuidado em Enfermagem e Saúde na Dimensão Coletiva”, “Gestão, Gerenciamento e Educação em Enfermagem e Saúde e “Fundamentos, Métodos, Processos e Tecnologias em Enfermagem e Saúde”. Desses trabalhos, destacam-se aqueles que se aproximaram às políticas de saúde, notando-se o aumento significativo nos anos 2003 e 2014 a 2016. As características históricas concentraram-se em investigações sobre cuidados e ações de enfermagem no ciclo vital, além de desenvolvimento do ensino, explorando a percepção da equipe de enfermagem sobre cuidado com o paciente e como novas práticas assistenciais e de gestão aprimoram ações diárias no cuidado. Revelam-se a produção do conhecimento característica do Programa de Pós-graduação da Escola Paulista de Enfermagem, destacando a importância do atendimento às demandas das políticas de saúde para contribuir com o desenvolvimento da Ciência em Enfermagem.
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