A importância do Programa Ciência sem Fronteiras: o estudo do caso australiano, primeiros resultados e recomendações

Autores

  • Dileine Amaral da Cunha CNPq-UFRGS
  • Ivan Rocha Neto Docente Colaborador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

DOI:

https://doi.org/10.21713/2358-2332.2016.v13.955

Palavras-chave:

Educação Superior. Internacionalização. Programa Ciência sem Fronteiras.

Resumo

O texto apresentado a seguir mostra a importância do Programa Ciência sem Fronteiras no processo de internacionalização da educação superior brasileira, com base em estudo de caso da Austrália. Esse país acolheu em suas universidades vários estudantes brasileiros contemplados com bolsas de estudo. A metodologia envolveu pesquisa documental e bibliográfica, incluindo consulta aos documentos dos organismos internacionais e dos governos australiano e brasileiro. Os resultados obtidos foram discutidos considerando-se o relatório final de avaliação elaborado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal, bem como alguns artigos de análise crítica do programa. 

Biografia do Autor

Dileine Amaral da Cunha, CNPq-UFRGS

Doutoranda em Educação em Ciência pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e analista em ciência e tecnologia do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Brasília, DF, Brasil.  


Ivan Rocha Neto, Docente Colaborador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Doutor em Eletrônica pela University of Kent, Canterbury, Reino Unido, e professor colaborador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Brasília, DF, Brasil.


Downloads

Publicado

2016-12-22

Como Citar

CUNHA, D. A. da; ROCHA NETO, I. A importância do Programa Ciência sem Fronteiras: o estudo do caso australiano, primeiros resultados e recomendações. Revista Brasileira de Pós-Graduação, Brasília, DF, v. 13, n. 30, 2016. DOI: 10.21713/2358-2332.2016.v13.955. Disponível em: https://rbpg.capes.gov.br/rbpg/article/view/955. Acesso em: 19 ago. 2026.

Edição

Seção

Estudos